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	<title>Comments for Blog Diálogo</title>
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	<link>http://www.dialogo.psc.br/blog</link>
	<description>Reflexões e discussões sobre questões da aprendizagem e da educação</description>
	<lastBuildDate>Sun, 26 Jun 2011 03:25:23 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Comment on A síndrome de Burnout: doença ou sintoma? by Shirley Cristina</title>
		<link>http://www.dialogo.psc.br/blog/2008/07/a-sindrome-de-burnout-doenca-ou-sintoma/#comment-4534</link>
		<dc:creator>Shirley Cristina</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Jun 2011 03:25:23 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.dialogo.psc.br/blog/?p=9#comment-4534</guid>
		<description>Gostaria de parabenizar a Diálogo pela coerência e responsabilidade pela qual aborda temas relativos à educação.
Sempre trazendo a luz, propondo discussões de temas relevantes e de interesse público vocês sempre indicam possíveis caminhos fundamentados nos princípios éticos e de gestão democrática. Atualmente a escola tem sido palco de inúmeros programas e projetos governamentais que se pautam em trabalhar temas pontuais, fragmentados do contexto escolar. Dado a transformação social e a falta de politicas publicas educacionais as escolas tem enfrentado um processo de reconfiguração constante que somado a má qualidade na formação docente e desvalorização do educador tem culminado com o adoecimento deste profissional da educação básica ao ensino superior. 
Gostaria de finalizar compartilhando uma experiência do município que trabalho no Estado de Goiás que basicamente se constitui por mudanças desastrosas e retirada de direitos com a reformulação do Plano de Cargos e Salários dos Trabalhadores em Educação, o desamparo Sindical, a falta de gestão democrática com diretores &quot;chefes&quot; indicados pelo Secretário de Educação municipal ...
Depois destas mudanças observou-se que o número de faltas dos professores aumentou estrondosamente e a pericia médica municipal constatou que os afastamentos estavam se dando por motivos de saúde emocional e mental. O que fizeram então os gestores públicos?
 A exemplo do que têm feito com a educação ao longo do tempo propuseram uma terapia em grupo, isto é, continuam &quot;combatendo&quot; ineficazmente os efeitos e fechando os olhos para as causa. Resultado, educação com um nível cada vez pior e educadores cada vez mais adoecidos. Portanto, novamente parabenizo a Dialogo por nos proporcionar oportunidade de refletirmos contextos tão pontuais.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Gostaria de parabenizar a Diálogo pela coerência e responsabilidade pela qual aborda temas relativos à educação.<br />
Sempre trazendo a luz, propondo discussões de temas relevantes e de interesse público vocês sempre indicam possíveis caminhos fundamentados nos princípios éticos e de gestão democrática. Atualmente a escola tem sido palco de inúmeros programas e projetos governamentais que se pautam em trabalhar temas pontuais, fragmentados do contexto escolar. Dado a transformação social e a falta de politicas publicas educacionais as escolas tem enfrentado um processo de reconfiguração constante que somado a má qualidade na formação docente e desvalorização do educador tem culminado com o adoecimento deste profissional da educação básica ao ensino superior.<br />
Gostaria de finalizar compartilhando uma experiência do município que trabalho no Estado de Goiás que basicamente se constitui por mudanças desastrosas e retirada de direitos com a reformulação do Plano de Cargos e Salários dos Trabalhadores em Educação, o desamparo Sindical, a falta de gestão democrática com diretores &#8220;chefes&#8221; indicados pelo Secretário de Educação municipal &#8230;<br />
Depois destas mudanças observou-se que o número de faltas dos professores aumentou estrondosamente e a pericia médica municipal constatou que os afastamentos estavam se dando por motivos de saúde emocional e mental. O que fizeram então os gestores públicos?<br />
 A exemplo do que têm feito com a educação ao longo do tempo propuseram uma terapia em grupo, isto é, continuam &#8220;combatendo&#8221; ineficazmente os efeitos e fechando os olhos para as causa. Resultado, educação com um nível cada vez pior e educadores cada vez mais adoecidos. Portanto, novamente parabenizo a Dialogo por nos proporcionar oportunidade de refletirmos contextos tão pontuais.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comment on Licitações: “deficiência de projeto básico” by &#187; ENEM: falha do projeto básico Blog Diálogo</title>
		<link>http://www.dialogo.psc.br/blog/2010/03/licitacoes-%e2%80%9cdeficiencia-de-projeto-basico%e2%80%9d/#comment-4020</link>
		<dc:creator>&#187; ENEM: falha do projeto básico Blog Diálogo</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Apr 2011 01:22:24 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.dialogo.psc.br/blog/?p=26#comment-4020</guid>
		<description>[...] nosso post: Licitações: “deficiência de projeto básico”, a sequência de equívocos se inicia na deficiência do projeto básico para promover [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] nosso post: Licitações: “deficiência de projeto básico”, a sequência de equívocos se inicia na deficiência do projeto básico para promover [...]</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comment on IDESP: avanço? by Carmen Bragança</title>
		<link>http://www.dialogo.psc.br/blog/2009/03/idesp-avanco/#comment-27</link>
		<dc:creator>Carmen Bragança</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2009 23:21:49 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.dialogo.psc.br/blog/?p=13#comment-27</guid>
		<description>Maria,

Nós, educadores verdadeiros, sabemos que não há receitas. As receitas são próprias da incompetência qualificada daqueles que visam o poder político e/ou o material e que perderam a dimensão da humanidade: a sociabilidade recíproca, aquela que vivemos na interação com os nossos alunos na sala de aula, cotidianamente, e que nos motiva a um projeto pessoal e profissional de aprendizagem permanente, como o seu, na busca de mediar a superação de dificuldades para a construção de um processo de aprendizagem de qualidade. Parabéns! 
O mérito é sim seu e de todos os professores que, apesar de todas as incertezas que vivenciam, continuam suas trajetórias de promoção da dignidade dos seus alunos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Maria,</p>
<p>Nós, educadores verdadeiros, sabemos que não há receitas. As receitas são próprias da incompetência qualificada daqueles que visam o poder político e/ou o material e que perderam a dimensão da humanidade: a sociabilidade recíproca, aquela que vivemos na interação com os nossos alunos na sala de aula, cotidianamente, e que nos motiva a um projeto pessoal e profissional de aprendizagem permanente, como o seu, na busca de mediar a superação de dificuldades para a construção de um processo de aprendizagem de qualidade. Parabéns!<br />
O mérito é sim seu e de todos os professores que, apesar de todas as incertezas que vivenciam, continuam suas trajetórias de promoção da dignidade dos seus alunos.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comment on IDESP: avanço? by Gunter Claussen</title>
		<link>http://www.dialogo.psc.br/blog/2009/03/idesp-avanco/#comment-26</link>
		<dc:creator>Gunter Claussen</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Apr 2009 23:13:03 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.dialogo.psc.br/blog/?p=13#comment-26</guid>
		<description>Entrei no seu blog e li seu texto. Parabéns. É preciso que mais gente participe desse grave problema brasileiro para resolvê-lo, caso contrário o Brasil estará  fadado a permanecer terceiromundista para a eternidade. 
Novamente, PARABÉNS.
Gunter Claussen (de Miami, FL, USA)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Entrei no seu blog e li seu texto. Parabéns. É preciso que mais gente participe desse grave problema brasileiro para resolvê-lo, caso contrário o Brasil estará  fadado a permanecer terceiromundista para a eternidade.<br />
Novamente, PARABÉNS.<br />
Gunter Claussen (de Miami, FL, USA)</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comment on IDESP: avanço? by Maria  Rocha</title>
		<link>http://www.dialogo.psc.br/blog/2009/03/idesp-avanco/#comment-25</link>
		<dc:creator>Maria  Rocha</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Apr 2009 18:14:13 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.dialogo.psc.br/blog/?p=13#comment-25</guid>
		<description>Gostaria muito de obter a receita do milagre dos resultados do IDESP, pois faço Pós em distúrbios da aprendizagem em busca de solução para os problemas que deparo em sala de aula. Mesmo assim, não consegui tanto, fiz o melhor trabalho com os alunos que apresentam problemas na aprendizagem, mais fui zerada. Busco essa receita, não pelo Bônus, mas espero no próximo governo um pouco mais de dignidade. O professor não tem mérito?
Onde fica?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Gostaria muito de obter a receita do milagre dos resultados do IDESP, pois faço Pós em distúrbios da aprendizagem em busca de solução para os problemas que deparo em sala de aula. Mesmo assim, não consegui tanto, fiz o melhor trabalho com os alunos que apresentam problemas na aprendizagem, mais fui zerada. Busco essa receita, não pelo Bônus, mas espero no próximo governo um pouco mais de dignidade. O professor não tem mérito?<br />
Onde fica?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comment on IDESP: avanço? by Christine Mutter</title>
		<link>http://www.dialogo.psc.br/blog/2009/03/idesp-avanco/#comment-23</link>
		<dc:creator>Christine Mutter</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Apr 2009 16:45:39 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.dialogo.psc.br/blog/?p=13#comment-23</guid>
		<description>Realmente eu acho que se faz pouco caso com o ensino de nossas crianças. Elas vão ser a futura NAÇÃO do nosso país. Bela perspectiva.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Realmente eu acho que se faz pouco caso com o ensino de nossas crianças. Elas vão ser a futura NAÇÃO do nosso país. Bela perspectiva.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comment on PCAA: o modelo real da nossa “educação”? by Teresa Van Acker</title>
		<link>http://www.dialogo.psc.br/blog/2008/11/pcaa-o-modelo-real-da-nossa-%e2%80%9ceducacao%e2%80%9d/#comment-16</link>
		<dc:creator>Teresa Van Acker</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Nov 2008 02:08:19 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.dialogo.psc.br/blog/?p=12#comment-16</guid>
		<description>Primeiro Comando Amadeu Amaral: o modelo real da nossa educação? 

Acredito que não!!! todavia pode ser que se torne. A questão da violência, como ela se apresenta, há que ser enfrentada por uma ação de gestão, de gestão social e não apenas policial, ainda que a instância policial tenha nisso sua importância relevante. A esse respeito gostaria de fazer um pequeno relato.
Participei de algumas reuniões de um projeto de gestão da violência e da diversidade escolar, realizado na Escola Alberto Comte em parceria com a Faculdade de Educação da USP e com a Universidade de Paris XIII. Em uma das reuniões, todas elas realizadas na escola, um professor levou o caso de uma briga que assumiu proporções que justificariam a presença uma autoridade policial. Entretanto isso não ocorreu porque a direção julgava-se com competência para por os limites necessários.
Depois de ouvir o caso, o professor Jean Biarnès manifestou sua opinião. Para ele as atribuições da escola devem ser bem claras e nunca devem estar confundidas com atribuições policiais, sob pena de não poder mais ser um espaço de aprendizagem. Quando esse espaço é ameaçado por atos de violência física e moral, para ter preservada sua função, há que se valer dos poderes policiais legitimados socialmente. Resguardando-se todos os direitos de acompanhar e de recorrer a todas as instâncias que existem como o juizado de menores e os serviços especializados a ele relacionados.
Esse, a meu ver, é um estímulo positivo a ser dado. E que muito contribuirá para também autorizar tanto a polícia, como a escola. Do contrário o que se instala é uma sociedade em estado de anomia e quais podem ser os estímulos positivos nesse caso? Qual é a educação legítima no estado de anomia? 

Convem esclarecer que esta não se trata de uma visão conservadora, uma vez que Jean Bianrès, idealizador no projeto juntamente com a professora Helena Chamlian, parte da hipótese de que a principal causa da violência escolar é a não aceitação da diversidade cultural, social e econômica entre os próprios alunos e na relação da escola com os alunos.
Nessa escola apara a maioria dos estudantes, o que mais incomodava eram os problemas escolares, ou seja, a dificuldade de aprender. E a partir desse dado foi realizado o projeto. Vale conferir no site da FAPESP.
http://www.agencia.fapesp.br/materia/8162/especiais/diversidade-e-violencia.htm

No entanto, instituiremos a anomia se continuarmos cúmplices de atos de violência ou partidários de uma justiça clandestina e privada. E essa é uma decisão da responsabilidade de qualquer cidadão.
De fato, enfrentamos uma diversidade de valores. Há quem valorize o poder do mais forte, daquele que tem a força bruta. Mas ainda há outros valores na sociedade, como demonstram inúmeras ONGs e movimentos. Por que generalizar uma visão como sendo a majoritária, se não foi feito nenhum censo? Por que ela ganha mais visibilidade na imprensa? 

Cabe à imprensa não apenas a denúncia e generalização de casos, importante dado o silêncio reinante, e pondo fim à cumplicidade.  Cabe a ela também a apresentação da diversidade de soluções e de valores.
Cabe à universidade a análise das nossas instituições, incluindo os processos instituídos e os instituintes; e não a produção de análises simplificadoras desses processos.
E cabe ainda a todos os gestores de processos educacional o questionamento do sentindo do trabalho de suas equipes, e que a reflexão seja coletiva.

Esses me parecem que podem ser os estímulos positivos e que cabe a todos, como membros de grupos que somos,  a instauração ou não do estado de anomia.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Primeiro Comando Amadeu Amaral: o modelo real da nossa educação? </p>
<p>Acredito que não!!! todavia pode ser que se torne. A questão da violência, como ela se apresenta, há que ser enfrentada por uma ação de gestão, de gestão social e não apenas policial, ainda que a instância policial tenha nisso sua importância relevante. A esse respeito gostaria de fazer um pequeno relato.<br />
Participei de algumas reuniões de um projeto de gestão da violência e da diversidade escolar, realizado na Escola Alberto Comte em parceria com a Faculdade de Educação da USP e com a Universidade de Paris XIII. Em uma das reuniões, todas elas realizadas na escola, um professor levou o caso de uma briga que assumiu proporções que justificariam a presença uma autoridade policial. Entretanto isso não ocorreu porque a direção julgava-se com competência para por os limites necessários.<br />
Depois de ouvir o caso, o professor Jean Biarnès manifestou sua opinião. Para ele as atribuições da escola devem ser bem claras e nunca devem estar confundidas com atribuições policiais, sob pena de não poder mais ser um espaço de aprendizagem. Quando esse espaço é ameaçado por atos de violência física e moral, para ter preservada sua função, há que se valer dos poderes policiais legitimados socialmente. Resguardando-se todos os direitos de acompanhar e de recorrer a todas as instâncias que existem como o juizado de menores e os serviços especializados a ele relacionados.<br />
Esse, a meu ver, é um estímulo positivo a ser dado. E que muito contribuirá para também autorizar tanto a polícia, como a escola. Do contrário o que se instala é uma sociedade em estado de anomia e quais podem ser os estímulos positivos nesse caso? Qual é a educação legítima no estado de anomia? </p>
<p>Convem esclarecer que esta não se trata de uma visão conservadora, uma vez que Jean Bianrès, idealizador no projeto juntamente com a professora Helena Chamlian, parte da hipótese de que a principal causa da violência escolar é a não aceitação da diversidade cultural, social e econômica entre os próprios alunos e na relação da escola com os alunos.<br />
Nessa escola apara a maioria dos estudantes, o que mais incomodava eram os problemas escolares, ou seja, a dificuldade de aprender. E a partir desse dado foi realizado o projeto. Vale conferir no site da FAPESP.<br />
<a href="http://www.agencia.fapesp.br/materia/8162/especiais/diversidade-e-violencia.htm" rel="nofollow">http://www.agencia.fapesp.br/materia/8162/especiais/diversidade-e-violencia.htm</a></p>
<p>No entanto, instituiremos a anomia se continuarmos cúmplices de atos de violência ou partidários de uma justiça clandestina e privada. E essa é uma decisão da responsabilidade de qualquer cidadão.<br />
De fato, enfrentamos uma diversidade de valores. Há quem valorize o poder do mais forte, daquele que tem a força bruta. Mas ainda há outros valores na sociedade, como demonstram inúmeras ONGs e movimentos. Por que generalizar uma visão como sendo a majoritária, se não foi feito nenhum censo? Por que ela ganha mais visibilidade na imprensa? </p>
<p>Cabe à imprensa não apenas a denúncia e generalização de casos, importante dado o silêncio reinante, e pondo fim à cumplicidade.  Cabe a ela também a apresentação da diversidade de soluções e de valores.<br />
Cabe à universidade a análise das nossas instituições, incluindo os processos instituídos e os instituintes; e não a produção de análises simplificadoras desses processos.<br />
E cabe ainda a todos os gestores de processos educacional o questionamento do sentindo do trabalho de suas equipes, e que a reflexão seja coletiva.</p>
<p>Esses me parecem que podem ser os estímulos positivos e que cabe a todos, como membros de grupos que somos,  a instauração ou não do estado de anomia.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comment on A síndrome de Burnout: doença ou sintoma? by Teresa Van Acker</title>
		<link>http://www.dialogo.psc.br/blog/2008/07/a-sindrome-de-burnout-doenca-ou-sintoma/#comment-13</link>
		<dc:creator>Teresa Van Acker</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Nov 2008 21:30:23 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.dialogo.psc.br/blog/?p=9#comment-13</guid>
		<description>Guilhermina, 

Desculpe a demora em responder. Ficamos felizes em poder contribuir. Seria muito importante que você pudesse compartilhar essa experiência com alguém que pudesse escutar você e que compreendesse a problemática. 
Saiba também que ler o seu depoimento nos deu energia e aumentou a nossa vontade de criarmos possibilidades concretas para atendermos professores e, especialmente, grupos de professores que estejam na sua situação. 
Se quiser entrar em contato conosco, dependendo da cidade em que morar, poderemos pensar juntas como você poderia ser auxiliada a ultrapassar esse sofrimento. 

Um grande abraço, 

Teresa Van Acker (tvanacker@dialogo.psc.br) 
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Guilhermina, </p>
<p>Desculpe a demora em responder. Ficamos felizes em poder contribuir. Seria muito importante que você pudesse compartilhar essa experiência com alguém que pudesse escutar você e que compreendesse a problemática.<br />
Saiba também que ler o seu depoimento nos deu energia e aumentou a nossa vontade de criarmos possibilidades concretas para atendermos professores e, especialmente, grupos de professores que estejam na sua situação.<br />
Se quiser entrar em contato conosco, dependendo da cidade em que morar, poderemos pensar juntas como você poderia ser auxiliada a ultrapassar esse sofrimento. </p>
<p>Um grande abraço, </p>
<p>Teresa Van Acker (tvanacker@dialogo.psc.br)</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comment on A síndrome de Burnout: doença ou sintoma? by Guilhermina Borges de Araujo</title>
		<link>http://www.dialogo.psc.br/blog/2008/07/a-sindrome-de-burnout-doenca-ou-sintoma/#comment-12</link>
		<dc:creator>Guilhermina Borges de Araujo</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Nov 2008 00:40:55 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.dialogo.psc.br/blog/?p=9#comment-12</guid>
		<description>Quero registrar aos responsáveis pela página ,que senti-me muito mais orientada pelo que venho passando ao longo de dois anos de afastamento por motivo de depressão.Não conseguia entender o desânimo e as crises de choro que me acometiam ao lembrar-me do quanto fui engajada em realizar um excelente trabalho junto aos meus aluno,e nunca ter sido reconhecida.
A frustração andando continuamente comigo e deixando-me com a sensação de ter feito a escolha mais errada de minha vida:tornar-me educadora.
Obrigada pelo esclarecimento desse pesado sentimento e frustração que tenho carregado comigo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Quero registrar aos responsáveis pela página ,que senti-me muito mais orientada pelo que venho passando ao longo de dois anos de afastamento por motivo de depressão.Não conseguia entender o desânimo e as crises de choro que me acometiam ao lembrar-me do quanto fui engajada em realizar um excelente trabalho junto aos meus aluno,e nunca ter sido reconhecida.<br />
A frustração andando continuamente comigo e deixando-me com a sensação de ter feito a escolha mais errada de minha vida:tornar-me educadora.<br />
Obrigada pelo esclarecimento desse pesado sentimento e frustração que tenho carregado comigo.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comment on Professor: cidadão brasileiro condenado à pobreza? by Carmen Lúcia Nagel Bragança</title>
		<link>http://www.dialogo.psc.br/blog/2008/08/professor-cidadao-brasileiro-condenado-a-pobreza/#comment-11</link>
		<dc:creator>Carmen Lúcia Nagel Bragança</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 00:16:16 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.dialogo.psc.br/blog/?p=10#comment-11</guid>
		<description>Nós, da equipe Diálogo, entendemos que a Educação é uma questão de Estado. Reduzi-la a questões de governo e ainda mais a querelas político-partidárias significa não compreender a magnitude da sua dimensão. 
Todos os gestores dos poderes Legislativo, Executivo e Judiciário, que fundamentam o Estado de Direito, têm a missão de buscar o consenso através da reflexão crítica focada no bem comum com o objetivo de construírem um projeto de qualidade para a Educação no país.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Nós, da equipe Diálogo, entendemos que a Educação é uma questão de Estado. Reduzi-la a questões de governo e ainda mais a querelas político-partidárias significa não compreender a magnitude da sua dimensão.<br />
Todos os gestores dos poderes Legislativo, Executivo e Judiciário, que fundamentam o Estado de Direito, têm a missão de buscar o consenso através da reflexão crítica focada no bem comum com o objetivo de construírem um projeto de qualidade para a Educação no país.</p>
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